terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Rondonistas da Unicruz desenvolvem atividades na zona rural de Itaquara
Uma
equipe de rondonistas da Unicruz, formada por dois professores e oito alunos de
diversos cursos de graduação, continua desenvolvendo atividades na cidade de
Itaquara – BA. Na segunda semana da operação, começaram a ser desenvolvidas
oficinas em comunidades situadas na zona rural do município, ligadas à produção
de alimentos, manejo de gado leiteiro, cuidado na aplicação de agrotóxicos e
controle ecológico de pragas.
Para
o professor Malcon Martinez, do curso de Medicina Veterinária, “as atividades no
meio rural são importantes, uma vez que a população rural de Itaquara é maior
do que a população da zona urbana”.
O número de participantes nas oficinas superou, em apenas uma semana, as expectativas para toda a operação. Já participaram das diversas atividades mais de 400 moradores de Itaquara e cidades próximas, que atuarão como multiplicadores das experiências adquiridas durante o Projeto Rondon. Além das atividades realizadas na zona rural, continuam sendo desenvolvidas, na área urbana do município, oficinas de produção de alimentos, finanças pessoais, empreendedorismo e inclusão digital.
Equipe de rondonistas em Itaquara
Oficina em escola do município
Oficina na zona rural
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Itaquara: conheça um pouco mais do município onde a Unicruz participa do Projeto Rondon
Itaquara
é uma pequena cidade baiana localizada no Vale do Jiquiriçá. O termo Itaquara
significa pedra oca ou gruta. A cidade é cortada por um rio e uma rodovia que
correm de forma paralela. O tráfego na rodovia é intenso e liga Itaquara ao mundo
moderno. Em época de seca, o rio Casca é apenas um fio d’água, mas em dias de
chuva transborda rapidamente e alaga as ruas mais baixas da cidade. A vegetação
típica da região é baixa, resistente e de aspecto rústico, adaptada ao
ambiente.
O
município foi fundado por tropeiros que cruzavam pela Estrada Real, antiga
ligação entre o norte de Minas e o litoral da Bahia. Em 1913, foi instalada na
cidade uma estação da Estrada de Ferro Nazaré que ajudou a trazer progresso
para o local. Desde 1968, a ferrovia encontra-se
desativada, mas até os dias de hoje a população sonha com o seu retorno para
retomar o desenvolvimento da cidade.
Em
Itaquara, a vida começa cedo. Antes das oito horas da manhã, as ruas já estão
movimentadas. O comércio é simples, mas intenso. O maior evento da cidade é a
feira de frutas e artesanato que atrai a população urbana e rural até o centro
do município.
A
sensação em Itaquara é de que o tempo passa devagar. As pessoas reúnem-se nas
ruas centrais da cidade, próximas à feira. As novidades municipais são
discutidas em plena luz do dia no famoso “pau da preguiça”, uma árvore isolada
em um canteiro no cruzamento principal. A cidade não possui jornal e todos os acontecimentos
circulam rapidamente, no boca-a-boca. Os moradores de Itaquara são extremamente
críticos em relação à política e à falta de investimentos na cidade.
As
ruas centrais são calçadas e bem cuidadas, com as árvores podadas e os meios-fios
pintados. As praças são arrumadas e conservadas. Muitas pessoas trabalham no paisagismo
das ruas principais, uma vez que a prefeitura é a maior empregadora da cidade. As
ruas afastadas do centro são de barro batido. A arquitetura das casas é antiga,
com o teto baixo, um pouco mais alto do que uma pessoa em pé e coladas umas às
outras. Como é típico no nordeste, muitas combinações de cores são utilizadas
na pintura de paredes, janelas e portas. É bastante comum o cultivo de um
jardim florido em frente às casas, contrastando com a secura do solo.
Mesmo
com as secas contantes e as demais dificuldades enfrentadas no interior da Bahia,
as pessoas são alegres e receptivas. Apesar de toda a simplicidade do lugar em
que vivem, demonstram muita esperança e vontade de mudar de vida. O contato com
o rondonistas é intenso e enriquecedor. A melhor definição para Itaquara é como
“um lugar no qual é possível sentir-se em casa.”
Operação 2 de Julho: Chuva em Itaquara
Desde a chegada dos rondonistas em Itaquara, no domingo (20), foram quatro dias seguidos de chuva. De acordo com o relato dos moradores locais, há muitos anos não chovia tanto na cidade. Veja imagens da chuva:
Nessa sexta-feira (25), o sol voltou a brilhar em Itaquara:
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Mobilização em Itaquara impressiona universitários do Projeto Rondon
A
equipe do Projeto Rondon da Unicruz, formada por oito acadêmicos e dois
professores, está no município baiano de Itaquara desde o último domingo (20).
A recepção na cidade, que envolveu o poder público e a comunidade, impressionou
os rondonistas. Na oportunidade, houve um passeio turístico, apresentações
artísticas e degustação da culinária local.
Desde
a manhã da segunda-feira, ocorre o desenvolvimento das oficinas em escolas e
repartições públicas da área urbana do município. A qualidade das instalações
para o desenvolvimento das atividades é considerada satisfatória pelos
rondonistas. A procura por inscrições tem superado o número de vagas nas
oficinas, provocando a modificação do planejamento inicial.
De acordo com Sandro da Luz Moreira, acadêmico
do curso de Administração responsável pela oficina de empreendedorismo, “o
público das oficinas é qualificado e participativo, com elevado conhecimento
sobre os assuntos ministrados.”
Desde a noite de domingo, o tempo mantém-se chuvoso em Itaquara,
atenuando os efeitos da seca que, de acordo com o relato dos moradores locais,
já durava três anos. A instabilidade climática provocou algumas quedas de
energia elétrica, mas que não atrapalharam o andamento das oficinas.
Além
da Unicruz, a equipe de rondonistas da Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul (PUC – RS) desenvolve
atividades em Itaquara.
Equipe de rondonistas da Unicruz antes da saída em Cruz Alta
'Rainha do maracujá' entrega mimo aos rondonistas em Itaquara
Dança típica com a 'boneca de pano'
Personagem 'nega maluca'
Apresentação de capoeira na recepção aos rondonistas
Oficina de 'Jornalismo sem grilos'
Operação 2 de Julho
Na cidade de Itaquara, onde a equipe da UNICRUZ desenvolve atividades desde o último domingo, a chuva tem sido uma constante, conforme relato do professor Diego Dill que integra o grupo de rondonistas e coordena as atividades pelo Conjunto B do Projeto, juntamente com o professor Malcon Martinez.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Operação 2 de Julho
A Operação 2 de Julho - que foi aberta oficialmente neste sábado (19), em Salvador - acontece a partir deste domingo (20) em 20 municípios do interior da Bahia, tendo 399 rondonistas voluntários envolvidos nas atividades dos Conjuntos A e B do Projeto. Ao todo 40 instituições de Ensino Superior do país participam da Operação.
A seguir, você confere uma entrevista concedida pelo Prof. Malcon Martinez ao programa Enfoque Acadêmico, produzido pelo Curso de Jornalismo da UNICRUZ.
A seguir, você confere uma entrevista concedida pelo Prof. Malcon Martinez ao programa Enfoque Acadêmico, produzido pelo Curso de Jornalismo da UNICRUZ.
Operação 2 de Julho
Unicruz participa de
mais uma operação nacional no projeto Rondon
A equipe que vai representar a Universidade de Cruz Alta na
operação 2 de julho do projeto Rondon partiu na madrugada dessa sexta-feira (18)
rumo à Bahia. Entre os dias 18 de janeiro e 03 de fevereiro, oito alunos e dois
professores irão desempenhar atividades do Conjunto de Ações B na cidade baiana
de Itaquara. As áreas contempladas são: comunicação, tecnologia e produção,
meio ambiente e trabalho.
Confira a lista de rondonistas
Professores
Malcon Martinez – Medicina Veterinária
Diego Dill – Jornalismo
Estudantes
Angélica da Silva – Biomedicina
Djulia Taís Broch – Agronomia
Fábio Zanchi – Ciência da Computação
Larissa Machado – Agronomia
Lunara Sulzbach Secchi – Medicina Veterinária
Paulo Felipe Aguiar – Medicina Veterinária
Sandro Moreira – Administração
Thais Helena Seccon – Direito
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